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Fórum Nacional de Integração do Médico Jovem debate inserção no mercado de trabalho
A realidade enfrentada pelo médico com menos de 40 anos, o impacto das inovações tecnológicas na atividade médica e a ética na medicina, entre outros temas, foram debatidos na manhã do dia 25 de julho, em São Paulo, no 3° Fórum Nacional de Integração do Médico Jovem, - Construindo o futuro da medicina brasileira, promovido pelo Conselho Federal de Medicina (CFM). Na abertura do evento, o presidente do CFM, Carlos Vital, elogiou a programação, “que permitirá o debate de questões importantes, como mercado de trabalho, formação, novas tecnologias” e desejou que os participantes saíssem do Fórum “tendo renovado seu compromisso humanitário, num período em que o país enfrenta crise ética e moral”.
O coordenador da Comissão de Integração do Médico Jovem, conselheiro Hiran Gallo, ressaltou que esses profissionais já somam 48% dos médicos brasileiros, que estão trabalhando em condições adversas, como a falta de investimentos em saúde pública. “Falta estrutura, tivemos uma baixa na cobertura vacinal e falhas na formação, entre outros problemas”, destacou. Gallo defendeu, então, que os médicos defendessem junto a todos os candidatos a cargos executivos e legislativos, de todas as correntes políticas, propostas de fortalecimento do Sistema Único de Saúde (SUS), “a saúde da população brasileira deve ser tratada como prioridade”, enfatizou.
O presidente da Associação Nacional dos Médicos Residentes (ANMR), Juracy Barbosa, elogiou a programação do Fórum, “quando iremos falar sobre transformação, ciência, empreendedorismo, tema este que não está nos nossos currículos, mas que, na vida prática, temos de aprender”. Em seguida, o presidente do Conselho Regional de Medicina de São Paulo (Cremesp), Lavínio Camarim, elencou a formação, a residência médica, o mercado de trabalho e a crise ética como os desafios enfrentados atualmente pelo médico recém-formado. “Escuto colegas jovens afirmarem que o SUS não deve ser defendido. É preciso deixar claro que ele foi um avanço importante para a saúde da população brasileira”, destacou.

Para o presidente da Federação Médica Brasileira (FMB), Waldir Cardoso, a proliferação das escolas médicas e da reforma trabalhista recente estão impactando o trabalho do médico jovem. “Temos cada vez mais médicos que estão sendo submetidos a condições de trabalho sem a garantia de um contrato de trabalho regido pela CLT, o que tem dificultado o trabalho do movimento sindical”, relatou. Cardoso relatou a necessidade de os médicos organizarem suas carreiras para conseguirem se aposentar com tranquilidade, “sem a necessidade de trabalharem em plantões hospitalares após os 70 anos”.

Assim como o dirigente da FMB, o presidente da Federação Nacional dos Médicos (Fenam), Jorge Darze, também entende que a reforma trabalhista, aprovada na esteira da crise econômica brasileira, atingiu o trabalho do médico. “E a nossa melhor bússola para enfrentar os tempos atuais são as deliberações do XIII Encontro Nacional das Entidades Médicas (Conem), realizado em julho”, afirmou. Darze defendeu que as deliberações do Conem sejam entregues aos candidatos a cargos executivos e legislativos, nas esferas estaduais e federal. O presidente da Associação Médica Brasileira (AMB), Lincoln Ferreira, afirmou ser fundamental a unidade da classe médica em prol do cuidado, da saúde e do bem-estar do paciente. Também falou sobre desvios éticos praticados por alguns profissionais. “Não podemos deixar que mazelas da sociedade venham se materializar na atuação de pseudo colegas, que denigrem a imagem dessa tão nobre profissão que praticamos”, defendeu.
Internacional – Ainda no horário da manhã, após a abertura, foi realizada a mesa redonda “1st International Young Doctors Forum”, que debateu a medicina praticada no e no mundo. Esta mesa redonda debateu temas como “o médico jovem no cenário global”, “medicina de fronteira e migração médica”, saúde global e diplomacia na saúde” e “o que está mudando na medicina no cenário mundial”.