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Fórum garante auditório repleto e marca últimas discussões sobre o Código de Ética dos Estudantes de Medicina

 

Mais de cem médicos, professores e alunos de cursos de medicina participam nesta terça-feira (1º) do Fórum do Código de Ética dos Estudantes de Medicina (CEEM), realizado em Brasília (DF). O evento, promovido pelo Conselho Federal de Medicina (CFM), é uma das últimas etapas antes da divulgação do CEEM, previsto para ser lançado durante o segundo semestre deste ano, após aprovação pelo Plenário da autarquia.

mesa de aberturaAs falas de abertura do Fórum enfatizaram a necessidade de se dar visibilidade às diretrizes que estão em fase final de elaboração. O presidente do CFM e coordenador da Comissão Nacional para Elaboração do CEEM, Carlos Vital, ressaltou que a relação médico-paciente deve ser pautada em compromissos éticos vocacionais e que a boa convivência entre os profissionais da medicina e com os pacientes deve estar presente desde a formação, persistindo por toda a vida profissional.


“A crise pela qual passa o nosso País não é só econômica, política e administrativa, mas também de valores éticos e morais. Por isso, a importância da nossa colaboração para a elaboração deste Código de Ética dos Estudantes”, afirmou Vital. Para ele, além da perícia e da diligência, a atividade do médico “exige prudência, humildade, compaixão e justiça”.


O coordenador-adjunto da Comissão Nacional de Elaboração do CEEM, conselheiro Leonardo Sérvio Luz, elogiou o trabalho de todos os envolvidos no projeto e afirmou que o objetivo é construir um documento que sirva de norte para as boas práticas médicas “desde o primeiro dia de faculdade”. Segundo o conselheiro, após a leitura da minuta do CEEM e a discussão entre os participantes, o texto passará pelo Plenário do CFM para posterior distribuição em todo o território nacional.


REFLEXOS NO ENSINO – Para o presidente da Associação Brasileira de Educação Médica (Abem), Sigisfredo Brenelli, apesar das inovações tecnológicas, a relação médico-paciente baseada na ética e nos valores da medicina permanece inalterada. “Temos de dar o nosso melhor para levar bem-estar ao paciente. Esta é uma preocupação que deve permear a formação do futuro médico desde o primeiro dia de aula” enfatizou.


O presidente da Associação Brasileira de Ligas Acadêmicas (Ablam), Matheus Beloni, agradeceu o apoio do CFM neste projeto e afirmou que o próximo passo será dar visibilidade às diretrizes éticas aos estudantes. Já o vice-presidente da International Federation of Medical Studentes Association (IFMSA-Brazil), Mário Fernando Dantas, lembrou que ainda existem no ambiente das escolas médicas condutas que não deveriam existir, “o que reforçou a necessidade de elaboração deste Código”.


Na visão do presidente da Associação dos Estudantes de Medicina do Brasil (Aemed), Vinícius de Souza, o Código terá reflexos não só na prática médica, mas também impactos sociais, em um momento em que o país enfrenta dilemas éticos. “Agora depende de nós tornar a nossa carta de princípios uma realidade”, exortou.


PREOCUPAÇAO HISTÓRICA – Além da palestra proferida pelo presidente do CFM, sobre “Ética para os futuros médicos”, outras conferências foram ministradas ao longo do dia. O conselheiro federal e membro da Comissão Nacional de Elaboração do Código, Lúcio Flávio Gonzaga, apresentou um panorama sobre as normas que regem hoje o ensino médico, como as Diretrizes Nacionais Curriculares dos Cursos de Medicina, de 2014, e lembrou também que, desde a década de 1970, o CFM tem buscado estimular a ética entre os acadêmicos de Medicina.


Segundo ele, a Resolução CFM nº 663/75 determina, por exemplo, que os médicos em cargo de supervisão “procurem sempre fazer conhecidas dos estudantes de medicina, todas as implicações éticas dos diferentes procedimentos e das diferentes situações, encontradas no trato dos doentes”.


Outra norma que também demonstra preocupação da autarquia com os estudantes é a Resolução CFM nº 664/75, que recomenda aos Conselhos de Medicina que “promovam a instituição de programas destinados ao ensino dos princípios de ética médica durante o período do currículo escolar, sempre que possível em colaboração com as Faculdades de Medicina existentes em suas jurisdições e com os respectivos Diretórios Acadêmicos”.



ASPECTOS PREVENTIVOS – O corregedor do CFM, José Fernando Vinagre, e o assessor jurídico da autarquia, falaram sobre os aspectos preventivos do CEMM para a boa prática da Medicina. Para o conselheiro, assim como conhecer o Código de Ética Médica e as resoluções dos Conselhos de Medicina é fundamental para evitar denúncias e infrações, “o estudante que conhecer bem o CEEM, dificilmente terá dificuldades de seguir os princípios e normas éticas ao longo da vida profissional”.
Na oportunidade, Vinagre também apresentou as etapas que envolvem uma sindicância e um processo ético profissional e lembrou que o desconhecimento está entre os principais aspectos que afetam a atividade médica. Na mesma perspectiva, o assessor do CFM destacou que toda atividade humana proporciona um risco e, no caso da Medicina, “as normas servem de proteção para o exercício profissional seguro e livre de riscos desnecessários.

 

 

Código de Ética dos Estudantes de Medicina será apresentado em agosto

 

Estão abertas as inscrições para que médicos, professores e alunos dos cursos de medicina do País participem do Fórum do Código de Ética dos Estudantes de Medicina (CEEM), que acontecerá em Brasília (DF) no dia 1º de agosto. No evento, promovido pelo Conselho Federal de Medicina (CFM), será apresentado o Código de Ética do Estudante de Medicina, elaborado após análise de centenas de propostas recebidas desde o fim do ano passado por meio do hotsite www.ceem.cfm.org.br.


“A elaboração deste documento traz, de forma didática e clara, um conjunto de princípios organizados em diferentes eixos. Se observadas, essas orientações terão reflexos positivos no ambiente acadêmico e também na vida de todos, nas esferas pessoal e profissional”, explica Carlos Vital, presidente do CFM e coordenador da Comissão Nacional para Elaboração do CEEM. Segundo ele, a expectativa é de que o documento contribua para a consolidação de valores fundamentais durante a formação acadêmica dos futuros médicos no Brasil.


Ao todo, foram analisadas 272 propostas referentes aos cinco eixos temáticos do CEEM: a relação do estudante com a instituição; relações interpessoais do estudante; responsabilidade do estudante com seus estudos/formação; relação do estudante com a sociedade; e relação multiprofissional. Durante mais de um ano, foram necessárias cerca de 15 reuniões da Comissão Nacional para consolidar o documento que será apresentado em agosto.


PROGRAMAÇÃO – Além da apresentação do CEEM e seus eixos, a programação do Fórum prevê também a simulação de aplicação do Código para casos reais. Três importantes palestras também serão ministradas ao longo do dia; sobre ética para os futuros médicos; ensino médico e a importância do Código de Ética dos Estudantes; e aspectos preventivos para a boa prática da medicina.


Além de representantes do CFM, participaram do processo de análise das propostas docentes e discentes da Associação Brasileira de Educação Médica (ABEM), Associação Brasileira de Ligas Acadêmicas de Medicina (ABLAM), Associação dos Estudantes de Medicina do Brasil (Aemed-BR), da Associação Nacional de Médicos Residentes (ANMR), Federação Internacional das Associações dos Estudantes de Medicina do Brasil (IFMSA Brazil) e da Direção Executiva Nacional dos Estudantes de Medicina (Denem Nacional).


CÓDIGO NACIONAL – Códigos de ética para estudantes de medicina são realidade em alguns países, como Inglaterra, Estados Unidos e Canadá. No Brasil, algumas instituições de ensino e Conselhos Regionais de Medicina instituíram, por iniciativa própria, normativos internos. No portal do CEEM, alguns desses documentos – que serviram de inspiração para a definição de propostas encaminhadas – estão à disposição dos interessados.


No processo de construção deste marco para o sistema de ensino médico brasileiro, segundo avaliação o coordenador-adjunto da Comissão Nacional, Leonardo Luz, o CFM e os Conselhos Regionais de Medicina (CRMs) atuaram como intermediadores e facilitadores do processo, com a preocupação de estimular a reflexão e o diálogo. “A participação ampla e colaborativa nos ajudou a formular preceitos morais e éticos necessário à boa formação dos novos profissionais”

 

 

Apresentações: 

 

 Palestra – Ética para os futuros médicos
 
Presidente: Dr. Leonardo Sérvio Luz – Conselheiro Federal de Medicina e coordenador adjunto da CN-CEEM

Secretário: Lucas Martins Teixeira – Representante da IFMSA Brazil na CN-CEEM

Palestrante: Dr. Carlos Vital Tavares Corrêa Lima – Presidente do CFM e coordenador da CN-CEEM ( acesse a apresentação em PDF
 
 
Palestra - O ensino médico e a importância do Código de Ética dos Estudantes

Presidente: Dr. Mauro Luiz de Britto Ribeiro – 1º Vice-Presidente do CFM e membro da CN-CEEM

Secretário: Matheus Belloni Torsani – Representante da ABLAM na CN-CEEM

Palestrante: Dr. Lúcio Flávio Gonzaga Silva – Conselheiro Federal de Medicina e membro da CN-CEEM (acesse a apresentação em PDF
 
 
Palestra – Aspectos preventivos para a boa prática da Medicina

Presidente: Dra. Dalvélio de Paiva Madruga – 2º tesoureiro do CFm e membro da CN-CEEM

Secretário: Dr. Geraldo Cunha Cury – Representante da ABEM na CN-CEEM

Palestrantes: Dr. José Fernando Maia Vinagre – Conselheiro Federal de Medicina e Corregedor do CFM (acesse a apresentação em PDF

Dr. José Alejandro Bullon Silva - Assessor Jurídico do CFM
 
 
 
Apresentação do Código de Ética dos Estudantes e seus seis eixos

Presidente: Dra. Lia Cruz Vaz da Costa – Conselheira Federal de Medicina

Secretária: Dra. Márcia Hiromi Sakai – Diretora-Secretária da ABEM
 
 
 Apresentação de casos reais de simulação de aplicação do Código de Ética dos Estudantes de Medicina
 
Presidente: Dr. Rosylane das Mercês Rocha – Conselheira Federal de Medicina 

Secretário: Dr. Felipe Duarte Silva – Membro da CN-CEEM

Apresentadores: Douglas Vincícius reis Pereira – Coordenador Geral da DENEM e membro da CN-CEEM (acesse a apresentação em PDF
 
Mário Fernando Dantas Gomes - Vice-Presidentre para Assuntos Externos da IFMSA-Brazil e colaborador da CN-CEEM (acesse a apresentação em PDF